Estou no centro – o sou do ser;
no fim do céu, meu mau querer.
se bem me quer me dê o pão e
quando estiver na tua mão,
atire a pedra – Eu quero ver!
Atento em tudo, sem ter intento
no lugar oculto, grotesco, inconstante...
em grutas insólitas, falaciosos gigantes;
na maestria de ser e viver sem existir.
O que quero me consome,
é um combate desvairado
entre o pode e o pecado
no cônscio evanescer.
Pede o nada, e tudo achareis.
encontre aquilo que não procuraste,
e corra na proa, se arraste na ponte
até se achegar aonde nunca avistei.
no fim do céu, meu mau querer.
se bem me quer me dê o pão e
quando estiver na tua mão,
atire a pedra – Eu quero ver!
Atento em tudo, sem ter intento
no lugar oculto, grotesco, inconstante...
em grutas insólitas, falaciosos gigantes;
na maestria de ser e viver sem existir.
O que quero me consome,
é um combate desvairado
entre o pode e o pecado
no cônscio evanescer.
Pede o nada, e tudo achareis.
encontre aquilo que não procuraste,
e corra na proa, se arraste na ponte
até se achegar aonde nunca avistei.