Cortante vento que me afoga em um respirar sufocante,
Que traz nesse simbiótico relógio a rasura inócua do tempo...
Faz-me saber, no último momento, a casta dos segredos teus.
Inflija o nascer das flores do dia. Deixe-me velejar no teu oceano!
Rasgue a noite com os relâmpagos estridentes;
Quando meu dia chegar me eleve ao cume dos montes e,
Ensina-me a voar e desvairar em um tornado incessante
Sou um incrédulo que transcende ao planar em colinas distantes.
Vejo o beija-flor que voa livre nas tuas leis...
Vento que bate no coração encarcerado
De um pássaro condenado a viver sem te enfrentar,
Tira a solidão do escravo, um sagrado segregado que jamais pode voar.
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