Mulher, oh mulher!
Por que tens buceta peluda?
E quando te vejo desnuda,
desaparecem as preces
que Dom Pablo Neruda
escrevera em cartas
que ninguém nunca leu.
Seja virgem imaculada,
ou puta de profissão;
Nas gargantilhas ilhadas
entre seios erguidos,
meu gozo escorre nos teus lábios
vermelhos - tua buceta manhosa,
como Vênus, me excita.
Fetiche de feiticeira,
que peregrina em tortas eiras,
se achega na hora noturna
para dar-me o prazer que anseia.
Mulher de mil faces, mas só uma bunda...
Passeia na esquina da vida,
e ninguém mais tem
o buraco que te afunda.
Por que tens buceta peluda?
E quando te vejo desnuda,
desaparecem as preces
que Dom Pablo Neruda
escrevera em cartas
que ninguém nunca leu.
Seja virgem imaculada,
ou puta de profissão;
Nas gargantilhas ilhadas
entre seios erguidos,
meu gozo escorre nos teus lábios
vermelhos - tua buceta manhosa,
como Vênus, me excita.
Fetiche de feiticeira,
que peregrina em tortas eiras,
se achega na hora noturna
para dar-me o prazer que anseia.
Mulher de mil faces, mas só uma bunda...
Passeia na esquina da vida,
e ninguém mais tem
o buraco que te afunda.
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