sábado, 1 de outubro de 2011

Psicanálise


Na p'riquita o pau:
dilacerada marca!
Lembranças perdidas
numa frecha de flor;
alimento do horror
de um voyeur
aristocrata.

A política amarga
desse clitóris rosado,
faz nascer anseios
por um amor macabro.
Por prazer, assim, me
punas: imite Nietzsche
enquanto fuma...
Lacan, imite ao recalcar.

Interprete o sonho simbiótico
no arquétipo de mãe.
Hipotético - hipnótico;
Claris'pector no espelho
de Narciso e Camões!
Tua graça é a desgraça
de coisas consubstanciadas
com o coito oculto, com
o tudo e o nada. 

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