Há sempre uma escolha a fazer,
sempre um rumo a seguir,
sempre um adeus para dar,
sempre uma lágrima a escorrer,
sempre um uma luz a se apagar.
Mas nem sempre faço o que escolho,
nem sempre percorro todo o caminho,
nem sempre minha despedida é um adeus.
Outras vezes, a lágrima é um sorriso tímido,
e a luz apagada, nem sempre, são trevas.
Só me decido quando não há certeza,
só sigo um caminho quando estou perdido,
só me despeço quando chego atrasado,
só choro quando o medo me faz rir,
só acendo as luzes quando a noite acaba.
A única escolha a ser feita não fiz,
o único caminho, na verdade, são dois...
Um adeus solitário é a véspera do enterro.
Uma lágrima que cai, nem sempre, toca o chão,
nem a luz que se acende ofusca o quarto inteiro.
sempre um rumo a seguir,
sempre um adeus para dar,
sempre uma lágrima a escorrer,
sempre um uma luz a se apagar.
Mas nem sempre faço o que escolho,
nem sempre percorro todo o caminho,
nem sempre minha despedida é um adeus.
Outras vezes, a lágrima é um sorriso tímido,
e a luz apagada, nem sempre, são trevas.
Só me decido quando não há certeza,
só sigo um caminho quando estou perdido,
só me despeço quando chego atrasado,
só choro quando o medo me faz rir,
só acendo as luzes quando a noite acaba.
A única escolha a ser feita não fiz,
o único caminho, na verdade, são dois...
Um adeus solitário é a véspera do enterro.
Uma lágrima que cai, nem sempre, toca o chão,
nem a luz que se acende ofusca o quarto inteiro.
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