A devassidão do mundo me acordou!
Agora nem natureza ou lei física
terá a audácia de levantar o punho
contra minha mão perversa.
Acordaram-me do sono de pedra,
no qual estivera eu como fantasma
num fantástico universo de inércia.
Ali jogado no abismo do nada,
onde as sombras descansam.
Repouso sobre essas palavras
um respirar demoníaco,
e sobrancelhas içadas
sobre o suor quase frio
que escorre em minha face.
Eu condeno o mundo à morte!
E a partir de hoje não haverá sorte
capaz de livrar, nem mesmo um livro
possível de ler sem seus olhos e dedos...
Pois agora eu arranco-os
sem piedade, amizade ou clichê.
Agora nem natureza ou lei física
terá a audácia de levantar o punho
contra minha mão perversa.
Acordaram-me do sono de pedra,
no qual estivera eu como fantasma
num fantástico universo de inércia.
Ali jogado no abismo do nada,
onde as sombras descansam.
Repouso sobre essas palavras
um respirar demoníaco,
e sobrancelhas içadas
sobre o suor quase frio
que escorre em minha face.
Eu condeno o mundo à morte!
E a partir de hoje não haverá sorte
capaz de livrar, nem mesmo um livro
possível de ler sem seus olhos e dedos...
Pois agora eu arranco-os
sem piedade, amizade ou clichê.
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