sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

‎:::: LABIRINTO DO TEMPO ::::

Em cada segundo sedentário,
estilhaços maquínicos dos ponteiros,
espelham débeis espetáculos
que reverberam o necessário
vocabulário de um suspeito. 

Talvez um instinto inato,
a programar distinção
entre tempo e espaço...
Ou será a extinção do sujeito?!

Nunca pensamos no último suspiro,
resultante desse diafragma matemático,
quase profético e pragmático,
em meio a tantos devaneios. 

Aqui jaz tua lingüística nômade,
nos túmulos de ídolos pitorescos
pigmentados com o impressionismo
da mão possessa em pesadelo. 

Tal infinitude residual e dualística,
afronta tua fronte cansada de viver.
Embora sintas tal dor quântica,
não morra antes de enlouquecer. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário