Em cada segundo sedentário,
estilhaços maquínicos dos ponteiros,
espelham débeis espetáculos
que reverberam o necessário
vocabulário de um suspeito.
Talvez um instinto inato,
a programar distinção
entre tempo e espaço...
Ou será a extinção do sujeito?!
Nunca pensamos no último suspiro,
resultante desse diafragma matemático,
quase profético e pragmático,
em meio a tantos devaneios.
Aqui jaz tua lingüística nômade,
nos túmulos de ídolos pitorescos
pigmentados com o impressionismo
da mão possessa em pesadelo.
Tal infinitude residual e dualística,
afronta tua fronte cansada de viver.
Embora sintas tal dor quântica,
não morra antes de enlouquecer.
estilhaços maquínicos dos ponteiros,
espelham débeis espetáculos
que reverberam o necessário
vocabulário de um suspeito.
Talvez um instinto inato,
a programar distinção
entre tempo e espaço...
Ou será a extinção do sujeito?!
Nunca pensamos no último suspiro,
resultante desse diafragma matemático,
quase profético e pragmático,
em meio a tantos devaneios.
Aqui jaz tua lingüística nômade,
nos túmulos de ídolos pitorescos
pigmentados com o impressionismo
da mão possessa em pesadelo.
Tal infinitude residual e dualística,
afronta tua fronte cansada de viver.
Embora sintas tal dor quântica,
não morra antes de enlouquecer.
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