Respiro cada vez mais fundo,
taciturno em lustres covas simétricas,
a hastear bandeiras queimadas
onde outrora a louca aurora ardia.
Onde nunca houvera história...
- Magnetismo pela alquimia!
Perco o peso da minha carne
em esqueléticos abraços com a fantasia.
Desespero é o que me guia nessa ordem
programada pelas contas de cada dia.
Quantas palavras na vida nos são condenadas?
Passam-se as horas em coágulos lingüísticos;
- Os segundos são estáticos nesse céu infinito.
Jamais derramei uma gota de suor duro
para preencher de lipídios a barriga estranha,
a qual aumenta a vontade do ser pela parcimônia.
Acordo todos os dias a pensar nos sonhos,
entre os quais o sonambulismo me guia,
até que o alvorecer trague a fumaça dessa agonia.
Havia uma cova vazia no caminho secreto;
Oxigênio algum ousava preencher o vale sinistro.
Nem mosca ou ácaro permanecia a congestionar o ar,
apenas meus pés massacrando as lápides na grama...
Um intervalo no tempo se trincou em fissuras
quando um cisco doméstico penetrou minha armadura.
- A cegueira do homem é afiada pela mania!
taciturno em lustres covas simétricas,
a hastear bandeiras queimadas
onde outrora a louca aurora ardia.
Onde nunca houvera história...
- Magnetismo pela alquimia!
Perco o peso da minha carne
em esqueléticos abraços com a fantasia.
Desespero é o que me guia nessa ordem
programada pelas contas de cada dia.
Quantas palavras na vida nos são condenadas?
Passam-se as horas em coágulos lingüísticos;
- Os segundos são estáticos nesse céu infinito.
Jamais derramei uma gota de suor duro
para preencher de lipídios a barriga estranha,
a qual aumenta a vontade do ser pela parcimônia.
Acordo todos os dias a pensar nos sonhos,
entre os quais o sonambulismo me guia,
até que o alvorecer trague a fumaça dessa agonia.
Havia uma cova vazia no caminho secreto;
Oxigênio algum ousava preencher o vale sinistro.
Nem mosca ou ácaro permanecia a congestionar o ar,
apenas meus pés massacrando as lápides na grama...
Um intervalo no tempo se trincou em fissuras
quando um cisco doméstico penetrou minha armadura.
- A cegueira do homem é afiada pela mania!
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