quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

‎:::: INQUIETUDE ::::

Ando em ruas esburacadas 
de uma lua decadente e fétida.
Malabaristas no ofício matemático
desenham a partitura de um
universo falso - contrabando outorgado!
Cresce o tártaro precoce e as cinzas no vento.

Ontem destruí mais um formigueiro.
Será a ética capaz de salvar a vida?
Ou essa tal vida é assassina da ética?
Elucubração num caos métrico;
Patético status de farras imagéticas.
Os jornais registram um estado esquecido.

Há mais amantes da ignorância gratuita,
e a política estufa com a insanidade da fé.
O tempo passa disperso e escasso,
quase finito para a conversa consigo.
Teu silencio vegeta... Porém, já cultivo o bramido! 

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