Domine teu demônio
adormecido no abismo,
que descansa e descasa
nos labirintos de Dédalo,
em datas deterioradas
e deveres distorcidos.
Eis os raios expectorados;
Forma eclética em demasia.
Tu e os outros – Eclesiásticos,
presos a esgotos moralistas.
Eclésia de seres sacramentados,
escutem a voz do oprimido!
Murmúrio humano esquecido
dos palácios às palafitas.
Metafísica do Estado mental;
Convosco o poder se prolifera.
Serenidade de mãos delicadas,
a contar as cédulas dessa mentira.
adormecido no abismo,
que descansa e descasa
nos labirintos de Dédalo,
em datas deterioradas
e deveres distorcidos.
Eis os raios expectorados;
Forma eclética em demasia.
Tu e os outros – Eclesiásticos,
presos a esgotos moralistas.
Eclésia de seres sacramentados,
escutem a voz do oprimido!
Murmúrio humano esquecido
dos palácios às palafitas.
Metafísica do Estado mental;
Convosco o poder se prolifera.
Serenidade de mãos delicadas,
a contar as cédulas dessa mentira.
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