O colapso das fendas sinápticas
disseca a forma da coisa que somos.
Movimento em consonância perpétua,
que infecta a ideia do ser por trás
do estado estático ao grito humano.
- Frequência ainda não percebida.
Homem! Sempre a querer ser humano...
És capaz de matar a fome inadiável,
mas é a fome que lhe mantém vivo.
Homem! A terra perece por tuas mãos.
Faça a desgraça; saboreie sua farsa,
mas não esqueça a vingança que
a terra lhe sentencia com palidez.
O mundo respira os restos do homem.
Já não mais é distinto o fútil do instinto,
o indivíduo caminha cada vez mais preso
àquilo que jamais soube entender de fato.
A prisão não tem grades, nem construções;
- Humano condenado pela erupção do nada.
Tua mão tem sangue imundo inocente,
pigmentado pela força da insensatez eterna.
Conheces o homem? Conheces o espelho?
Toma mais uma dose de coisa inútil como todos,
ou sinta o nojo próprio e beba cicuta sorrindo,
antes que perceba que não és esse ser abissal
até então, maquiado bruscamente com absinto.
disseca a forma da coisa que somos.
Movimento em consonância perpétua,
que infecta a ideia do ser por trás
do estado estático ao grito humano.
- Frequência ainda não percebida.
Homem! Sempre a querer ser humano...
És capaz de matar a fome inadiável,
mas é a fome que lhe mantém vivo.
Homem! A terra perece por tuas mãos.
Faça a desgraça; saboreie sua farsa,
mas não esqueça a vingança que
a terra lhe sentencia com palidez.
O mundo respira os restos do homem.
Já não mais é distinto o fútil do instinto,
o indivíduo caminha cada vez mais preso
àquilo que jamais soube entender de fato.
A prisão não tem grades, nem construções;
- Humano condenado pela erupção do nada.
Tua mão tem sangue imundo inocente,
pigmentado pela força da insensatez eterna.
Conheces o homem? Conheces o espelho?
Toma mais uma dose de coisa inútil como todos,
ou sinta o nojo próprio e beba cicuta sorrindo,
antes que perceba que não és esse ser abissal
até então, maquiado bruscamente com absinto.
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